NO WAR NO NATO September 2018

Os governos de certos países negaram-nos o direito e o dever nacional de combater o terrorismo, proteger o nosso povo no nosso território e dentro das nossas próprias fronteiras, de acordo com o Direito Internacional. Ao mesmo tempo, esses governos formaram uma coligação internacional ilegítima, liderada pelos Estados Unidos, sob o pretexto de combater o terrorismo na Síria. A denominada coligação internacional fez tudo menos combater o terrorismo. Tornou-se óbvio que os objectivos da coligação estavam em perfeito alinhamento com os dos grupos terroristas; semear o caos, a morte e a destruição no seu caminho. Essa coligação destruiu completamente a cidade síria de Raqqa; derrubou infraestruturas e serviços públicos nas áreas que alvejava; cometeu massacres contra civis, incluindo crianças e mulheres, que constituem crimes de guerra, segundo o Direito Internacional.

Essa coligação também forneceu apoio militar directo aos terroristas, em inúmeras ocasiões, quando eles lutavam contra o exército sírio. Deveria mais apropriadamente ter sido designada como “A Coligação para Apoiar Terroristas e Crimes de Guerra”.

Entretanto, o regime turco continua a apoiar os terroristas, na Síria. Desde o primeiro dia da guerra contra a Síria, o regime turco treinou e armou terroristas, transformando a Turquia num centro e num corredor para os terroristas a caminho da Síria. Quando os terroristas deixaram de cumprir a sua agenda (programa), o regime turco recorreu à agressão militar directa, atacando cidades e vilarejos no norte da Síria. No entanto, todas essas acções que comprometem a soberania, a unidade e a integridade territorial da Síria e violam o Direito Internacional, não nos impedirão de exercer os nossos direitos e de cumprir os nossos deveres de recuperar nossa terra e libertá-la dos terroristas, seja através de acção militar ou por intermédio de acordos de reconciliação. Estivemos sempre abertos a qualquer iniciativa que evite novas mortes e restaure a protecção e a segurança em áreas afectadas pelo terrorismo. Por esta razão, é que saudamos o acordo sobre o Idlib, obtido em Sochi, em 17 de Setembro. O acordo foi o resultado de consultas intensas e de total coordenação entre a Síria e a Rússia. O acordo é por prazo determinado, inclui datas precisas e cumpre os acordos sobre as zonas de redução progressiva da guerra, conseguidas em Astana. Esperamos que, quando o acordo for concretizado, a Frente Nosra e outros grupos terroristas sejam destruídos, eliminando assim os últimos remanescentes do terrorismo na Síria.

Israel continua a ocupar uma boa parte do nosso território no Golã Sírio e o nosso povo, nessa região, continua a sofrer devido às políticas opressivas e agressivas desse país. Israel até apoiou grupos terroristas que operavam no sul da Síria, protegendo-os através de intervenção militar directa e lançando repetidos ataques à Síria. Mas, tal como libertamos o sul da Síria dos terroristas, estamos determinados a libertar totalmente o Golã sírio ocupado até às fronteiras vigentes em 4 de Junho de 1967. A Síria exige que a comunidade internacional ponha fim a todas essas práticas e obrigue Israel a concretizar as resoluções relevantes da ONU, nomeadamente a resolução 497 sobre o Golã sírio ocupado. A comunidade internacional também deve ajudar o povo palestiniano a estabelecer o seu próprio Estado independente, considerando Jerusalém como sendo a sua capital, e facilitar o regresso dos refugiados da Palestina à sua terra, de acordo com resoluções internacionais. Quaisquer acções que prejudiquem esses direitos são nulas e sem efeito e ameaçam a paz e segurança regionais, especialmente a lei racista israelita conhecida como “a Lei do Estado-Nação” e a decisão do governo dos EUA, de transferir a embaixada dos EUA para Jerusalém e interromper o financiamento ao UNRWA.

Careful analysis of the situation in the Eastern Mediterranean shows that in the nearest future a new conflict can erupt in this region that will be much more violent than previous hostilities, since it’s basically going to be a free for all engagement. In comparison, the still raging Syrian conflict will look like a minor occurrence. The driving force behind this future struggle is the huge hydrocarbon deposits of the Eastern Mediterranean, which is believed to hold world’s third largest natural gas reserves. The West which has effectively established tight control of well over half of all energy deposits in the Persian Gulf, has been willing to jump the gun in a bid to secure its grip on the Eastern Mediterranean, but was unsure how bloody the future battle for local resources was going to get. However, the clock is ticking now. ExxonMobil is going launch an exploration mission in the gas fields of Cyprus, a part of its exclusive economic zone. On top of that, Total, Shell, Eni, Qatargas, Noble Enerji, and Kogas have all been planning to start gas production in the region.